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Pesquisa: 56% dos empregadores querem trocar de PBM nos próximos anos

Pesquisa Pulse of the Purchaser 2026, com 408 respostas, aponta que 56% dos empregadores clientes das três maiores PBMs consideram trocar de operadora em até 3 anos.

Por Redação MedSignal

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Foto: Rodolfo Gaion (Pexels)

Em resumo

Sim. Segundo a pesquisa Pulse of the Purchaser 2026, 56% dos empregadores americanos clientes das três maiores PBMs — CVS Caremark, Express Scripts e Optum Rx — consideram trocar de operadora nos próximos 1 a 3 anos.

Em 30 segundos

  • A pesquisa Pulse of the Purchaser 2026 foi divulgada em 11 de agosto pela National Alliance of Healthcare Purchaser Coalitions.
  • 56% dos empregadores clientes das três maiores PBMs consideram trocar de operadora nos próximos 1 a 3 anos.
  • As três maiores PBMs são CVS Caremark, Express Scripts (Cigna) e Optum Rx (UnitedHealth Group).
  • O levantamento contou com 408 respostas.

A edição de 2026 da pesquisa Pulse of the Purchaser, divulgada em 11 de agosto pela National Alliance of Healthcare Purchaser Coalitions, traz um alerta para as maiores gerenciadoras de benefícios farmacêuticos dos Estados Unidos. Com 408 respostas, o levantamento indica que 56% dos empregadores clientes das três maiores PBMs consideram trocar de operadora nos próximos 1 a 3 anos.

O que aconteceu

Em 11 de agosto de 2026, a National Alliance of Healthcare Purchaser Coalitions publicou a pesquisa Pulse of the Purchaser 2026. Entre os 408 respondentes, 56% dos empregadores que utilizam CVS Caremark, Express Scripts ou Optum Rx afirmaram que estão avaliando uma troca de PBM em um horizonte de 1 a 3 anos.

Contexto

A National Alliance of Healthcare Purchaser Coalitions é uma coalizão que representa empregadores e outros compradores de planos de saúde nos Estados Unidos. As três PBMs citadas dominam o segmento: CVS Caremark pertence à CVS Health, Express Scripts faz parte da Cigna e Optum Rx é controlada pela UnitedHealth Group. Juntas, elas administram os benefícios farmacêuticos de milhões de americanos.

Por que importa

Um índice de 56% de intenção de troca é alto para um mercado concentrado. O resultado sugere que empregadores americanos estão insatisfeitos com custo, transparência ou serviço das grandes PBMs — e dispostos a buscar alternativas. Para o Brasil, ainda que não haja impacto direto, o movimento é um sinal para gestores e healthtechs que atuam com saúde corporativa: a gestão de medicamentos tende a ser um ponto sensível na relação entre operadoras e clientes, e a satisfação do comprador será cada vez mais decisiva.

Esses dados podem orientar decisões de empresas brasileiras que desenham seus próprios benefícios de saúde, ao reforçar a importância de avaliar periodicamente a performance de intermediários e parceiros farmacêuticos.

Por que isso importa

Embora os dados reflitam o mercado americano, o movimento sinaliza uma tendência para gestores e healthtechs brasileiras: a insatisfação com intermediárias farmacêuticas pode abrir espaço para modelos de gestão de benefícios mais transparentes e baseados em dados. No Brasil, à medida que PBMs e operadoras ganham relevância, a lição é monitorar métricas de satisfação e custo para evitar rotatividade.

Fontes

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